Tomografia computadorizada e ressonância magnética do osso temporal

Os avanços tecnológicos na radiologia nas últimas décadas, principalmente da ressonância magnética (RM) e tomografia computadorizada (TC), contribuíram para os exames do osso temporal, facilitando a identificação de inúmeras patologias das orelhas externa, interna e média.

Atualmente, os aparelhos de tomografia computadorizada de multidetectores permitem a aquisição de imagens volumétricas submilimétricas, possibilitando as reconstruções em múltiplos planos, permitindo assim a avaliação do osso temporal com maior detalhe.

Além da melhora na avaliação pelo profissional habilitado, o tempo de realização das imagens é muito menor com os aparelhos atuais, proporcionando maior conforto para o paciente.

O desenvolvimento das sequências de RM, com aquisições volumétricas tridimensionais, permite o detalhamento das estruturas do labirinto membranoso, assim como dos nervos no interior do conduto

auditivo interno, possibilitando maior acurácia na avaliação das anomalias congênitas e adquiridas da orelha interna.

Alguns exemplos específicos de doenças que tiveram melhora na sensibilidade de sua detecção, a avaliação dos colesteatomas se destaca após o uso da sequência de difusão, mesmo em lesões de pequenas dimensões.

Dr. Guilherme Gerumaglia da Silva

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