Atendimento especial a todos os pacientes

Ter tecnologia, modernidade e tradição é importante. Porém, ainda não é tudo. O que complementam essas qualidades na Radiologia Clínica de Campinas (RCC) são: o atendimento, a orientação e a atenção dedicada aos nossos pacientes.

Prova disso é uma paciente que realiza seus exames anualmente na RCC. No entanto, após questionamentos enviados por e-mail ao Diretor, Dr. José Michel Kalaf, a paciente agradeceu pela atenção: “Minha eterna gratidão pelo seu profissionalismo e por sua vocação tão linda nesta caminhada de cura. Seja sempre iluminado em sua vida, muita luz e paz”.

Na verdade, somos nós, da RCC, que agradecemos a vocês pacientes por confiarem à nós a saúde de vocês!

Mamografia em 3D ajuda a achar tumor

A preocupação com a saúde da mulher é realmente muito importante e por isso, está se tornando pauta em grandes veículos de comunicação de repercussão nacional. O Estado de S. Paulo, de 22 de abril, por exemplo, publicou uma notícia cujo título foi: “Mamografia em 3D ajuda a achar tumor”.

Conforme mostra a imagem, a reportagem explica que: “Com a versão tridimensional do exame, também chamada de tomossíntese mamária em 3D, as imagens do seio são tiradas de múltiplos ângulos, e um programa de computador permite que elas formem uma imagem em três dimensões que pode ser movimentada pelo radiologista, facilitando a visão”.

Agendamento

No Brasil, são apenas 12 aparelhos deste tipo em funcionamento. Para agendar o exame em Campinas e região, é só entrar em contato com a Radiologia Clínica de Campinas (RCC), pois é a única que oferece a tecnologia. O telefone para contato é: (19) 3753-5700.

 

A Tomossíntese como aliada na luta contra o câncer de mama

Você sabe qual é a importância da Tomossíntese no diagnóstico precoce do câncer de mama?  A Revista Veja publicou recentemente uma matéria abordando este assunto e mostrando que o recurso é uma evolução da mamografia – que permite a visualização bidimensional (2D) -, enquanto a Tomossíntese é um exame em 3D.

Trata-se de uma varredura da mama, captando imagens em vários ângulos sequenciais. A matéria ainda complementa: “Um software processa essas imagens para a reconstrução tridimensional em vários cortes de 1 milímetro de espessura. O sistema oferece detalhes que permitem identificar tumores mais facilmente, principalmente em mamas densas, diferenciando-os, por exemplo, de uma simples sobreposição de estruturas glandulares, comum nas mamografias”.

Tanto a mamografia quanto a Tomossíntese são realizadas de forma similar e ao mesmo tempo. Mas, o importante mesmo é realizar exames regularmente, afinal o importante é prevenir doenças e preservar a saúde.

Onde encontrar a Tomossíntese?

No Brasil, há 12 aparelhos deste tipo em funcionamento. Em Campinas e região, a Tomossíntese Mamária está disponível apenas na RCC. Ligue e agende seu horário!

Diretor da RCC participa do XVII Simpósio de Mastologia

Reforçando mais uma vez a experiência e o conhecimento, o diretor da RCC (Radiologia Clínica de Campinas), Dr. José Michel Kalaf, foi convidado pelo CEPEM (Centro de Estudos e Pesquisas da Mulher) como conferencista para o XVII Simpósio de Mastologia, no Rio de Janeiro, em 26 de maio.

Dr. Kalaf participará da mesa redonda que trará os temas: “O papel da tomossíntese no rastreio do câncer de mama”, “O impacto da ressonância no diagnóstico precoce do câncer de mama” e “Ressonância no planejamento terapêutico”.

Diretor da RCC ministra palestras em Teresina (PI)

Confirmando a grande experiência em Diagnóstico por Imagem da Mama, o diretor da RCC (Radiologia Clínica de Campinas), Dr. José Michel Kalaf, foi convidado pelo Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR) para ministrar palestras durante o Curso de Atualização do CBR, em Teresina (PI), nos dias 23 e 24 de março.
Entre os temas abordados, Dr. Kalaf tratou de assuntos como “Câncer de Mama em pacientes jovens” e “Plásticas mamárias: implantes e suas complicações”.
Curso de Atualização do CBR
Foi realizada a primeira edição de 2012 do Curso de Atualização Nacional do CBR, que abordou temas em Radiologia e Ultrassonografia em cursos que ocorreram simultaneamente em 16 cidades brasileiras. O Curso de Atualização Nacional é credenciado pela Comissão Nacional de Acreditação (CNA), o que confere aos participantes que possuem Título de Especialista ou Certificado de Área de Atuação pontos para a obtenção do Certificado de Atualização Profissional (CAP) da Associação Médica Brasileira (AMB) e do Conselho Federal de Medicina (CFM).
Este evento é uma realização do Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR) em parceria com suas associações filiadas, com o objetivo de disseminar o conhecimento científico e promover a qualificação dos médicos da especialidade em todas as regiões do Brasil. Foram realizados cursos nos Estados de Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pernambuco, Piauí, Sergipe, Goiás, Amazonas, Santa Catarina e Rio Grande do Norte.
Informações: Site CBR

PACs: modernidade e praticidade aos médicos

Prezado colega.

Para maior facilidade operacional, os exames solicitados, bem como os respectivos relatórios, podem ser acessados via Internet de forma segura. A velocidade de apresentação das imagens depende da banda disponível bem como do equipamento utilizado. Trata-se do PACs – um serviço inovador – que tem como finalidade uma maior praticidade.

Para acessar o PACs, o profissional deve ter um login e uma senha. Caso você ainda não seja cadastrado, acesse o site http://www.radiologiaclinicadecampinas.com.br/, vá no campo “resultados de exames” e clique em “faça seu cadastro”. É rápido, prático e trará diversas vantagens para o seu dia a dia.

 

Como a RCC pode ajudar?

A Radiologia Clínica de Campinas (RCC) disponibiliza toda a tecnologia avançada necessária para o diagnóstico mamário. São oferecidos: Mamografia Digital de Campo Total com Aquisição Direta, Ultrassonografia Digital e Ressonância Magnética Mamária com equipamento de Super Alto Campo 3,0 Tesla. Sendo este último, considerado o mais sensível para diagnóstico de complicações das próteses.

Nas últimas duas décadas, a ressonância magnética mamária teve excepcional aprimoramento técnico por meio da introdução de contrastes paramagnéticos, avanços nas bobinas de superfície, novos protocolos de realização de exames e aparelhos de alto campo. Para o diagnóstico mamário, é utilizada de duas maneiras: com e sem contraste.

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA MAMÁRIA SEM CONTRASTE

Tem indicação específica, com elevada sensibilidade, para avaliação complementar de implantes mamários e suas complicações.

O procedimento é explicado para a paciente, sendo a mesma informada de que não haverá necessidade de injeção de contraste. O exame é realizado em decúbito ventral, minimizando os artefatos de respiração, com melhor qualidade de imagem. O radiologista estabelecerá correlação com história clínica (questionário específico deve ser previamente preenchido), exames de imagem realizados, tipo de implante utilizado, implantes prévios e sintomatologia atual.

Os tipos de implantes mais frequentemente utilizados são constituídos por bolsa ovalada com cápsula de silicone contendo silicone líquido (viscoso) no seu interior. Os implantes não são totalmente preenchidos por silicone formando superfície redundante com ondulações, que são identificadas no exame por ressonância como dobras radiais correspondendo a fenômenos normais de acomodação.

Habitualmente fina de cápsula de tecido fibroso com 1 a 2 mm de espessura envolve o implante; mínimo líquido reacional pode se alojar abaixo desta cápsula, sem maiores consequências.

Os implantes podem ser inseridos em topografia subglandular pré-peitoral ou retropeitoral

As complicações mais frequentes com o uso de implantes, são: coleções líquidas inflamatórias ou pós-traumáticas, migração do implante, contratura capsular e rupturas intra ou extra capsulares. Podem estar associadas a fenômenos clínicos variáveis: dor, sensação de peso mamário, infecção, assimetria e nódulos palpáveis.

Graças a sua capacidade tomográfica, com cortes em vários planos e a possibilidade de estudo do espaço retromamário, os implantes podem ser totalmente visualizados pela ressonância magnética, com fácil identificação de eventuais complicações.

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA MAMÁRIA COM CONTRASTE

É utilizada de forma complementar na detecção, avaliação e estadiamento do carcinoma de mama. Com o uso de contraste paramagnético, gadolíneo, que é praticamente desprovido de efeitos colaterais, associa-se a capacidade tomográfica da ressonância com a possibilidade de avaliação da vascularização tumoral, proporcionando assim alta sensibilidade para diagnóstico de câncer invasor, sendo esta uma de suas grandes vantagens, com percentual de até 100% na detecção de tumores malignos.

No entanto, a especificidade do método varia de acordo com vários autores, de 40 a 70%.

Os aparelhos utilizados para este tipo de exame são de 1,5 Tesla (alto campo), bobinas especiais para estudo mamário são fundamentais e vão proporcionar alta resolução com detalhe espacial e capacidade de informação temporal para verificar a intensidade de captação do contraste nas lesões tumorais. De um modo geral, em serviços com boa experiência, o exame dura em torno de 15 minutos.

O estudo mamário é bilateral e são realizadas, após injeção do contraste, em torno de 5 seqüências de um minuto. São 144 cortes de 1mm para cada seqüência, a técnica utilizada é denominada de gradiente echo, com aquisição volumétrica, sem espaçamentos; a análise complementar é feita em monitores de alta resolução. O detalhe de imagem é muito elevado com precisa correlação anatômica e topografia de lesão. A documentação é feita em filmes especiais, com reconstrução em vários planos e apresentação 3D.

A ressonância magnética mamária não detecta microcalcificações e não deve ser utilizada em pacientes jovens devido a sua moderada especificidade neste grupo etário.

A grande maioria dos tumores malignos da mama, apresenta rápida, precoce e heterogênea captação de contraste. Os tumores benignos costumam apresentar captação mais lenta e gradual do contraste. A computação avançada possibilita avaliação gráfica, com visualização do comportamento da lesão.

Na análise do exame de ressonância mamária com contraste, devemos levar em conta: história clínica, exames de imagem, fatores técnicos e padrão sistematizado de interpretação.

Este método proporciona informações adicionais nos seguintes casos: diferenciação de assimetrias, exclusão de malignidade em massas palpáveis, pesquisa de extensão tumoral e multifocalidade, lesões próximas a parede torácica em pacientes com implante de silicone, paciente com linfonodo axilar comprometido e suspeita de tumor mamário mas com mamografia e ultrassonografia mamária normais, alto risco familiar e rastreamento genético

positivo, diferenciação entre cicatriz e recidiva tumoral e resolução de estudos mamográficos difíceis.A RM é também muito útil na pesquisa de carcinoma bilateral que pode não ser identificado por outros métodos.

Dr. José Michel Kalaf

Diretor – Radiologia Clínica de Campinas

 

Próteses de silicone: o que fazer?

No final de dezembro de 2012, um assunto chocou as mulheres que utilizam prótese de silicone em todo o mundo. Isso porque os implantes de gel de silicone fabricados pela companhia chamada Poly Implant Prothese (PIP), que fechou as portas em 2010, aparentemente têm uma taxa de ruptura excepcionalmente alta e geraram uma investigação na França sobre uma possível associação com o câncer.

De acordo com informações divulgadas nos principais veículos brasileiros de comunicação, cerca de 300 mil implantes PIP, que são usados em cirurgia cosmética para aumentar o tamanho das mamas ou para substituir tecido mamário, foram vendidos ao redor do mundo antes da falência da empresa no ano passado. No entanto, junto com esse tema tão polêmico, aparecem também algumas dúvidas:

O que as mulheres que possuem prótese de silicone devem fazer?

Quem tiver próteses de mama da marca francesa PIP, que podem ser romper com mais facilidade e foram feitas com silicone industrial, em vez de silicone médico, devem procurar seu médico para fazer uma avaliação. Mas, segundo especialistas, uma possível retirada do silicone não precisa ser feita com urgência.

Como saber se a prótese usada é da marca francesa PIP?

É preciso olhar o documento que geralmente é entregue à paciente depois da cirurgia. Essa etiqueta tem os dados da marca e informações que permitem identificar o silicone, como o tipo de prótese, a marca e o número de série.

Fontes: Diário Catarinense e Portais R7, Veja e Globo.

RCC: Certificada pelo Colégio Brasileiro de Radiologia

Buscando sempre se manter em um patamar tecnológico elevado, a RCC (Radiologia Clínica de Campinas) possui todos os Certificados de Qualidade emitidos pelo Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR). São eles: Mamografia Digital de Alta Resolução, Tomografia Computadorizada Multislice, Ultrassonografia Digital 3D/4D e Ressonância Magnética incluindo a  de Super Alto Campo 3.0 Tesla.
O Programa
Em 1992, o CBR criou o Programa de Certificação de Qualidade em Mamografia. A experiência acumulada, os resultados alcançados e o reconhecimento recebido, levaram à elaboração de programas para as áreas de Ultrassonografia, Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética.
Fonte: Site http://www.cbr.org.br/

Por que escolher a RCC?

A saúde é o que temos de mais importante em nossas vidas. Por esse motivo, a RCC (Radiologia Clínica de Campinas) tem como objetivo executar com excelência o Diagnóstico por Imagem. De acordo com o diretor da RCC, Dr. José Michel Kalaf, o elevado profissionalismo, a ética e a atualização contínua em equipamentos são alguns dos fatores que possibilitam essa excelência.

Outro diferencial é, sem dúvida, uma equipe altamente capacitada. Afinal, a RCC disponibiliza desde auxiliares qualificados até Médicos Especialistas com Título pelo Colégio Brasileiro de Radiologia.

Tudo isso significa que sua saúde está em boas mãos!